domingo, 10 de abril de 2011

Nem 8, nem 80.

Chega de extremos! Quem foi que disse que eu preciso decidir a cor do meu céu tão depressa? Eu o quero alaranjado, breu total e muito azul claro. É meu! Não basta? Posso recolori-lo quantas vezes eu tiver vontade. E sabe por quê? Por que, simplesmente, eu não sou de uma escolha só. Muito menos as instantâneas. Não mesmo! E já estou cheia dessas frases feitas perturbando minha mente falando que é preciso ter apenas uma cor. Isso só pressiona e traz precipitações frustradas. Quero calma! Vou experimentar as cores que eu puder pra só então, quem sabe, me encantar por completo por uma. Pode estar aí a questão; meu unicamente deve ser o meu completamente. Então me deixe quietinha, mantendo um compasso incerto por enquanto. Nessa incerteza é que surpreendo.

2 comentários:

Cristiano de Almeida Pinto disse...

Puxa essa foi forte...

Poemas e Amizades disse...

Oi, Tammy, boa noite-madrugada!!
O céu é de muitas cores, ele é de muitos tons. Se é seu, o céu, tanto melhor; aí, poderão ser todas, todas as cores. Absolutamente, ele não precisa ter uma só, nem tem. Não enquanto não lhe escolhemos uma que deva ter, ou a nossa preferida...
O único senão, talvez, é que (não por ser oito ou oitenta), a nossa cor nunca tenha estado ou esteja faltando no estoque das cores reais, e aí, lá teremos nós que nos desclocar para o armazém das imaginárias...
Quando o céu é nosso, bem pode ter a cor que quisermos. A questão só entra se, de nosso, queiramos que ele seja o de outros ou de todos... rs
Um beijo carinhoso, baixinha!
Lello

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